terça-feira, 8 de junho de 2010

Confira 14 dicas para construir um networking adequado


Construa uma boa história com as pessoas. Essa é a melhor receita para gerar boas memórias sobre você”. A afirmação é da consultora de Gestão de Carreiras da Right Management, Carmem Velloso, sobre como se construir uma boa rede de contatos no mundo profissional, também chamada como networking.
De acordo com ela, o termo é bastante utilizado, mas nem sempre é bem compreendido pelos profissionais. Isso porque muitas pessoas se limitam à troca de informações com as demais, sem pensar em manter um relacionamento, ou em cultivar o networking. Além disso, só lembram da rede na hora de procurar uma nova recolocação e não enquanto estão empregados.
“Converse, troque ideias, se apresente, explique os seus objetivos e tenha certeza que a pessoa que está recebendo as informações compreendeu seus objetivos e a sua atuação profissional”, explicou a consultora.


Contato virtual x pessoal


Carmem afirmou que, com a correria, os profissionais acabam por recorrer apenas aos contatos virtuais, mas que é preciso realizar pessoais. “Usar a tecnologia e a disseminação das redes sociais é importante, sem dúvida, mas o contato presencial continua sendo a melhor maneira de aplicar o networking. Reserve um horário para rever aquela pessoa que não encontra há algum tempo”.
Confira, abaixo, algumas dicas de Carmem para a construção de um networking adequado
1. Estabeleça um assunto em comum;
2. Torne-se uma pessoa interessante, estando bem informada;
3. Tenha em mente quais são as suas habilidades e competências;
4. Planeje antes de fazer o contato e o faça de maneira personalizada;
5. Conduza as conversas;
6. Saiba se expressar e seja claro para garantir que a pessoa esteja recebendo a informação corretamente;
7. Certifique-se de que a pessoa entendeu suas intenções;
8. Seja você mesmo;
9. Partilhe ideias e convide o interlocutor para opinar sobre elas;
10. Em contatos por telefone, pergunte a disponibilidade do ouvinte naquele momento. Caso esteja ocupado, ligue novamente, já que existem pessoas que esquecem de retornar as chamadas;
11. Esteja sempre pronto para ajudar;
12. Mantenha o canal aberto para novos contatos;
13. No caso da busca de recolocação, tenha controle das pessoas com quem conversou, quando e o que foi dito;
14. Cuide da história que você está construindo.

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Qual o melhor lugar do mundo para se viver?



Foi divulgada a edição 2010 da pesquisa anual Qualidade de Vida nas Cidades, que elaborou um ranking envolvendo 221 capitais federais e grandes centros urbanos. Realizado pela Mercer, empresa internacional especializada em consultoria, outsourcing e investimentos, o estudo apresenta, pela segunda vez consecutiva, Viena, capital da Áustria, em primeiro lugar. A cidade brasileira mais bem colocada foi Brasília, em 104º (nossos políticos que o digam). No fim da lista está Bagdá, capital do Iraque.
As cidades européias mantêm a liderança absoluta no ranking: depois de Viena, aparecem Zurique e Genebra (Suíça), segunda e terceira colocadas, respectivamente. Depois aparecem as alemãs Dusseldorf (6ª), Frankfurt e Munique (ambas empatadas em 7º), e a suíça Berna (9º). Entre as dez primeiras, as únicas cidades não européias são Vancouver, do Canadá (4ª), Auckland, da Nova Zelândia, (4ª) e Sidnei, da Austrália (10ª).
As três cidades brasileiras que aparecem no ranking são Brasília (os políticos agradecem), Rio de Janeiro (mas se cuidando da bala perdida) e São Paulo (se não for assaltado tudo vem). A capital federal, a mais bem colocada, aparece em 104º do ranking global, com 79,4 pontos. Já a capital carioca é a 116º, com 74,4 pontos, seguida por São Paulo, em 117º, com 74,1 pontos. Na comparação com outras cidades da América Latina, as brasileiras ficam à frente de capitais como Cidade do México (123ª), Caracas (165ª) e Havana (192ª). No entanto, a argentina Buenos Aires (78ª), a uruguaia Montevidéu (79º) e a chilena Santiago (90ª) aparecem à frente.
As cidades em pior situação no ranking são:
212ª – Conakry/ Guiné
213ª – Porto Príncipe/ Haiti
214ª – Nouakchott/ Mauritânia
215ª – Sana'a – Iêmen
216ª – Brazzaville – Congo
217ª – Tbilisi – Geórgia
218ª – Khartoum – Sudão
219ª – N'Djamena – Chade
220ª – Bangui – República Centro Africana
221ª – Bagdá – Iraque


Eco-cidades
A Mercer também elaborou um ranking das eco-cidades, levando em conta aspectos como disponibilidade de água potável, coleta de lixo e poluição. No topo, aparece a canadense Calgary, seguida pela norte-americana Honolulu, capital do estado do Havaí, e Ottawa, também do Canadá. Do Brasil, mais uma vez, Brasília é a mais bem colocada, em 109º lugar. Já o Rio fica em 112º e São Paulo em 148º.


A pesquisa
A classificação da pesquisa se baseia em um índice por pontuação cuja referência é Nova York. A cidade norte-americana funciona como uma espécie de meio termo, com 100 pontos, entre Viena (108,6) e Bagdá (14,7).
São considerados no estudo 39 fatores elencados em dez categorias:
- Ambiente político e social;
- Ambiente econômico;
- Ambiente sócio-cultural;
- Saúde e saneamento;
- Escolas e educação;
- Serviços e transporte público;
- Recreação;
- Bens de consumo;
- Moradia;
- Meio ambiente.
Para cada cidade analisada, há um relatório detalhado, que ajuda a cumprir o objetivo da pesquisa, que é fornecer às empresas multinacionais informações para que possam remunerar de forma justa os funcionários transferidos de seus países para o exterior.

sábado, 5 de junho de 2010

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Aulas de Gestão Estratégica

AULA 4

Um homem está entrando no chuveiro enquanto sua mulher acaba de sair e está se enxugando. A campainha da porta toca. Depois de alguns segundos de discussão para ver quem iria atender a porta a mulher desiste, se enrola na toalha e desce as escadas. Quando ela abre a porta, vê o vizinho Nestor em pé na soleira. Antes que ela possa dizer qualquer coisa, Nestor diz:

- Eu lhe dou 3.000 reais se você deixar cair esta toalha!!!

Depois de pensar por alguns segundos, a mulher deixa a toalha cair e fica nua. Nestor então entrega a ela os 3.000 reais prometidos e vai embora. Confusa, mas excitada com sua sorte, a mulher se enrola de novo na toalha e volta para o quarto. Quando ela entra no quarto, o marido grita do chuveiro:

- Quem era ???

- Era o Nestor, o vizinho da casa ao lado, diz ela.

- Ótimo!!! Ele lhe deu os 3.000 reais que ele estava me devendo??

Conclusão:

Se você compartilha informações a tempo, você pode prevenir exposições desnecessárias.

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Conheça as 100 pessoas mais criativas no mundo dos negócios de 2010

Ter boas idéias, ser criativo e oferecer algum diferencial em seu segmento são a receita do sucesso de muitas empresas e, principalmente, de pessoas com a capacidade de transformar produtos e serviços em algo cada vez melhor. Só que alguns desses talentos criativos se destacam ainda mais e se transformam em verdadeiras referências quando o assunto é inovação e criatividade.
A revista norte-americana Fast Company elaborou um ranking com a lista das 100 pessoas mais criativas em negócios de 2010. Mas para aqueles que esperam nomes como Steve Jobs, fundador da Apple, ou de algum executivo da Google no topo do ranking, ficaram surpresos com alguns nomes.
Na lista da Fast Company aparece na primeira posição a cantora pop Lady Gaga. De acordo com a revista, a cantora transformou-se, em pouco tempo, em um fenômeno global utilizando a web para construir um império empresarial notável para a velocidade de sua criação e utilizando uma diversidade de plataformas.
Na segunda posição, a revista destacou e elegeu a atuação do executivo Eddy Cue, um dos principais responsáveis pelo sucesso da Apple. De acordo com a divulgação, "Steve Jobs pode possuir o centro das atenções, mas Eddy Cue é a chave para o reino da Apple".
Já a terceira posição ficou a professora da Harvard e presidente do Painel de Supervisão do Congresso dos Estados Unidos, Elizabeth Warren. A professora é o nome à frente pela elaboração da reforma financeira norte-americano.
Completam a lista dos cinco primeiros do ranking, o diretor criativo da montadora Nissan, Shiro Nakamura, na quarta posição, e o produtor de cinema e televisão Ryan Murphy, em quinto lugar.

Brasil

O Brasil aparece apenas com um representante. Trata-se do músico e ativista Gilberto Gil que aparece na 46ª posição. A revista Fast Company destaca que em 2008 Gil deixou o cargo de ministro da Cultura do Brasil para regravar clássicos antigos com sua nova banda, Banda Larga Cordel, e por defender a liberação dos direitos de suas músicas sob uma licença "Creative Commons" para ser livremente remixada e compartilhada por todo o mundo.

Nomes Inusitados

Nota-se que no ranking divulgado pela Fast Company sobre as pessoas mais criativos nos negócios 2010 aparecem muitos nomes, até então, desconhecidos do mundo do mundo corporativo e outras personalidades, no mínimo, inusitadas para a lista. Segundo a Fast Company houve uma preferência em destacar, no geral, pessoas que costumam ficam nos bastidores e conseguem transformar um simples produto ou serviço em algo de destaque ou até um sucesso de vendas.


Veja o restante dos nomes do ranking e a descrição de cada escolhido no endereço: http://www.fastcompany.com/100/2010

quarta-feira, 2 de junho de 2010

10 principais erros que profissionais cometem em entrevistas e dinâmicas

Essa eu já sofri muito! O que não fazer quando se participa de uma dinâmica de grupo? Tenho certeza que já perdi muitas oportunidades de emprego porque não sabia o que fazer em uma dinâmica de grupo. Hoje graças às experiências de dinâmicas anteriores e conhecimentos adquiridos na faculdade, já domino mais o nervosismo e a ansiedade, mas para quem ainda tem duvidas do que fazer ou do que não fazer, vai ai algumas dicas que o NUBE (Núcleo Brasileiro de Estágios) selecionou para saber o que não fazer nesta hora tão importante para o candidato. Confira:

1. Português: Esse é um ponto muito importante. Falar e escrever corretamente, sem o uso de gírias, conta muitos pontos para o candidato. Procure não utilizar vícios de linguagem como "né" e "tipo". Fale com calma para sua pronúncia ser correta e não soltar, por exemplo, um "tamém" ao invés de também. Caso perceba o seu erro, corrija-se, pois dessa forma o entrevistador sabe de seus conhecimentos.


2. Vestimenta: Saber se vestir é primordial. Decotes, roupas curtas ou justas, calças muito baixas mostrando as roupas íntimas e camisetas de times devem ficar guardadas para outras ocasiões. Evite roupas sujas e amassadas e aposte em cores neutras como preto, marrom, bege e branco. Quando receber a ligação sobre a vaga, pergunte qual o tipo de traje adequado. Nem todas as vagas exigem o uso de roupas sociais. Na dúvida é melhor estar bem trajado, pois demonstra sua preocupação com o momento. Os sapatos devem estar limpos e não muito velhos.


3. Falta de Ética: Falar mal sobre pessoas e empresas pelas quais você passou não é bom para sua imagem. É antiético citar exemplos negativos, principalmente quando o candidato não está envolvido no episódio. A história pode soar como fofoca e esse não é um comportamento esperado no ambiente corporativo.


4. Postura corporal: Sentar-se com postura "largada", ombros caídos, pés inquietos e batendo no chão, olhar disperso e mãos segurando a cabeça demonstrando tédio podem fazer você ser desclassificado. O corpo transmite muitas mensagens e os entrevistadores estão prontos para entendê-las. Então, tenha postura correta, mas não force gestos e expressões faciais.


5. Conversas: Evite conversas paralelas quando o facilitador ou os candidatos estiverem falando. Isso denota falta de respeito com o outro e você pode perder explicações importantes sobre o processo seletivo. Tome cuidado quando for responder uma pergunta. Seja claro e objetivo, porém saliente como pode contribuir caso seja o escolhido.


6. Mentiras: Jamais invente cursos ou experiências em seu currículo ou entrevistas. Você poderá ser testado e, caso a empresa perceba a informação incorreta, pode finalizar a participação do candidato tanto na dinâmica, quanto após a contratação. Se não tiver conhecimentos nas áreas solicitadas, mostre seu interesse em aprender.


7. Falta de conhecimento: Procure saber sobre a empresa e o ramo na qual ela atua. Visite sites e faça buscas na Internet. Assim você poderá ter mais idéias de como ela se posiciona no mercado e mostrará interesse ao entrevistador. Não pergunte sobre salários e benefícios no início da conversa. Isso demonstra o interesse maior no dinheiro e não na oportunidade. Porém, se não ficar claro, aborde o assunto antes de finalizar o encontro.


8. Atrasos: Chegar depois do horário não é bom para sua imagem. Calcule o tempo necessário para chegar ao local e conte com os imprevistos. Pesquise se na região há obras ou previsão de chuvas e saia mais cedo nesses casos. A impressão dos candidatos que se atrasam é de falta de comprometimento. Comparecer com 15 minutos de antecedência é o indicado para relaxar antes do início da entrevista.


9. Postura corporativa: As dinâmicas são um momento de avaliação. Evite conversas não relacionadas com a atividade executada. Dar gargalhadas, criticar os demais participantes ou fazer piadas em excesso não são comportamentos esperados pelo selecionador. Também não queira sempre impor suas idéias, mostre sua capacidade de compreensão quando necessário.


10. Falta de participação: Você foi chamado para uma dinâmica de grupo e quer a vaga? Então participe ativamente de todas as atividades. Apenas tome cuidado para não falar demais e deixar os outros candidatos sem espaço. Mostre que você sabe trabalhar em equipe e dê a oportunidade de outras pessoas também se expressarem.


De acordo com Natália Caroline, coordenadora de seleção do NUBE, essas dicas são preciosas para quem procura uma oportunidade. "Utilizando esses conhecimentos, com certeza o candidato aumentará sua chance de aprovação em um processo seletivo e de ter mais sucesso em sua carreira", afirma.

terça-feira, 1 de junho de 2010

Você tem o costume de dizer “amanhã eu faço”?


Adiar a realização de uma tarefa é algo comum na vida das pessoas, para exemplificar esta questão basta responder a uma pergunta simples: quem nunca adiou o preenchimento da declaração de imposto de renda?
Embora pareça um traço da nossa cultura, deixar para amanhã não é uma exclusividade dos brasileiros, mas sim uma característica do ser humano que pode ser potencializada ou atenuada por fatores culturais e/ou educacionais.
Poucas pessoas podem dizer que nunca deixaram para depois alguma tarefa particularmente onerosa, seja física ou psíquica, mesmo tendo tempo de sobra para realizá-la.
Procrastinação é o adiamento de uma ação. É o deixar para outro dia ou para um tempo futuro. Os motivos desse adiamento podem ser justificados de diversas formas, como medo do fracasso, mentalidade autodestrutiva, perfeccionismo, etc. Até certo ponto, procrastinar pode ser considerado normal, mas exige uma atenção especial quando se torna crônico, pois pode ser sinal de alguma desordem psicológica ou fisiológica.
Existem dois tipos de procrastinadores, os relaxados e os tensos.
No grupo dos relaxados a questão é vista como uma situação que causaria desprazer. O indivíduo, diante da necessidade de realizar uma tarefa no momento em que esta é exigida, busca atividades mais prazerosas. Na pratica, acaba deixando de lado tarefas importantes para buscar um prazer (muitas vezes fugaz) para tentar fugir da realidade.
Quanto ao grupo dos relaxados a procrastinação surge como uma ferramenta de relaxamento, porém pouco eficaz. Por regra, frente a uma atividade percebida como geradora de pressão, releva sua importância e adia sua realização e, conseqüentemente, seu peso para o dia seguinte.
A compreensão básica (ou desculpa) por trás da dinâmica é que adiando a realização é possível descansar e no dia seguinte estar mais relaxado e disposto para enfrentar o desafio. Acontece que no dia seguinte a história se repete deixando o prazo da conclusão da atividade cada vez mais curto. O circulo vicioso que se forma aumenta o estresse além dos sentimentos de ansiedade e frustração.
Estabelecido o ciclo, o que se encontra é uma sucessão de atrasos, perdas de prazos e fracassos, enquanto desejos, objetivos e até mesmo sonhos pessoais são deixados de lado, amontoados em uma pilha sob a etiqueta "amanhã eu faço".
Imaginar a quantidade de atividades e atitudes que acabamos deixando para amanhã durante os anos da nossa existência, dá uma noção do prejuízo que acumulamos.
Apenas para refletir melhor sobre a dimensão que o procrastinar pode adquirir, quando deixamos de olhar apenas para as tarefas e nos voltamos às pessoas, podemos também contabilizar o que deixamos de oferecer.
Por fim é preciso deixar claro que não é sensato confundir procrastinação (o adiar da realização) com preguiça. Esta pode ser interpretada também como aversão ao trabalho, negligência, indolência, morosidade, lentidão ou moleza. Um conceito bem diferente.
Mas nem tudo está perdido. Compreender melhor como reagimos aos desafios e, principalmente, agir de uma forma diferente quando eles se apresentam pode fazer a diferença.
Este simples texto começou a ser escrito a cerca de três semanas e concluído em menos de uma hora, quando percebi que não havia absolutamente nada de desagradável em escrevê-lo. Realmente não faz sentido adiar uma tarefa, um abraço, uma desculpa ou um simples "eu te amo".